Teobaldo Costa rejeita ser candidato a vice e diz que vai provar que Lauro é viável

Teobaldo Costa rejeita ser candidato a vice e diz que vai provar que Lauro é viável Destaque

Pré-candidato à prefeitura de Lauro de Freitas, o empresário baiano Teobaldo Costa afirmou nesta terça-feira (16) que não aceitaria concorrer a  vice-prefeito, independente das conversas sobre filiação. Ao Bahia Notícias, Teobaldo disse, neste momento, não descarta o PSL como partido para apresentar seu nome oficialmente em 2020, desde que permaneça como cabeça de chapa.

"Semana passada conversei com o PSL, acho que tem gente boa como todos os partidos. E conheço todos, tenho trânsito, converso com todos. Eles me pediram para concorrer por eles, e vou optar pelo melhor, mas não abro mão de uma candidatura para ser vice", revelou ele ao Bahia Notícias.

Mas não há conversas apenas com o PSL. O empresário citou, por exemplo, admirar os princípios do partido Novo. Teobaldo admitiu que existe uma forte pressão para decidir o partido por onde concorrerá nas eleições, e sugeriu uma data limite para a sua decisão. "O prazo ideal seria até março. Já tenho o vice, que é Mateus Reis, os princípios dele combinam com o meus", destacou.

O empresário se diz liberal nas questões econômicas, porém, tem alguns pensamento socialistas. "Eu sou diferente de muitas pessoas. Penso que justiça tem que ser igual para todos, a segurança tem que ser garantia para todos, a educação básica e fundamental tem que ser igual para todos, a saúde básica tem que ser igual para todos, mas a economia tem que ser liberal. O governante tem que garantir essas oportunidades", complementou Costa.

Teobaldo vê ainda como uma necessidade a onda das candidaturas de pessoas que sejam de fora da política, que estaria atrelada a uma tentativa de mudança do país. Por isso, já promete que, caso seja eleito, vai abrir mão do salário, e não vai usar carro oficial nem combustível pago com dinheiro público.

"[Quero] Encontrar uma nova ordem ética, com a mudança de cultura e costumes, com princípios e valores éticos. O empresário que contribuir de forma significativa com pagamento de impostos e geração de empregos e que geralmente é preparado, tem conhecimento e informação, tem sua gestão com planejamento de resultados e pode dar uma grande contribuição para diminuir essa desigualdade que o Brasil tem. Uma gestão eficiente, diminuindo a máquina pública, que é um grande problema, e com isso incentivar e atrair pessoas do bem a entrar na politica. O pais é grande, tem potencial de crescimento, temos turismo na nossa Bahia, todos os empresários que são bem sucedidos que já deram sua contribuição e tem essa missão de ajudar seu estado e sua cidade para melhorar a realidade", pontuou o pré-candidato.

Teobaldo Costa revelou ainda ao Bahia Notícias que já fez um estudo de viabilidade econômica e que seria possível gerir a cidade que é comandada por Moema Gramacho (PT), que deve tentar a reeleição.

"Eu conheço todos os indicadores sociais de Lauro de Freitas e todo potencial de gestão que tem. É uma cidade que tem um orçamento de cerca de R$ 600 milhões, é a sétima economia da Bahia, hoje tem 95 escolas municipais, mas só duas em tempo integral - comparando, Mata de São João tem um terço do orçamento de Lauro de Freitas, tem 34 escolas, das quais 32 são em tempo integral. As creches todas são em tempo integral. A saúde de Lauro de Freitas... as pessoas dormem na fila para fazer um exame, um médico, já em Mata de São João tem leito lá sobrando e as consultas estão disponíveis nas policlínicas. Deixa muito a desejar, precisa de uma mudança radical na forma de gerir", analisou ele.

O empresário comentou que já tem 20 anos em que todos os partidos entram em contato com ele para que se candidate, mas que nunca teve tempo, pois se dedicou sempre a sua atividade comercial.

"Eles sempre me procuraram, há quatro anos quase me candidato a [deputado] estadual ou federal, mas quando conversei com João Gualberto (PSDB), e estudei que nenhum deputado pode apresentar projeto que gere custo, ou ele faz oposição ou diz amém ao que é proposto, e vi que eu penso diferente. Meu filho não deixou que eu entrasse na politica, eu não aceitei na passada e deixei para a próxima (2020)", concluiu.Pré-candidato à prefeitura de Lauro de Freitas, o empresário baiano Teobaldo Costa afirmou nesta terça-feira (16) que não aceitaria concorrer a  vice-prefeito, independente das conversas sobre filiação. Ao Bahia Notícias, Teobaldo disse, neste momento, não descarta o PSL como partido para apresentar seu nome oficialmente em 2020, desde que permaneça como cabeça de chapa.

"Semana passada conversei com o PSL, acho que tem gente boa como todos os partidos. E conheço todos, tenho trânsito, converso com todos. Eles me pediram para concorrer por eles, e vou optar pelo melhor, mas não abro mão de uma candidatura para ser vice", revelou ele ao Bahia Notícias.

Mas não há conversas apenas com o PSL. O empresário citou, por exemplo, admirar os princípios do partido Novo. Teobaldo admitiu que existe uma forte pressão para decidir o partido por onde concorrerá nas eleições, e sugeriu uma data limite para a sua decisão. "O prazo ideal seria até março. Já tenho o vice, que é Mateus Reis, os princípios dele combinam com o meus", destacou.

O empresário se diz liberal nas questões econômicas, porém, tem alguns pensamento socialistas. "Eu sou diferente de muitas pessoas. Penso que justiça tem que ser igual para todos, a segurança tem que ser garantia para todos, a educação básica e fundamental tem que ser igual para todos, a saúde básica tem que ser igual para todos, mas a economia tem que ser liberal. O governante tem que garantir essas oportunidades", complementou Costa.

Teobaldo vê ainda como uma necessidade a onda das candidaturas de pessoas que sejam de fora da política, que estaria atrelada a uma tentativa de mudança do país. Por isso, já promete que, caso seja eleito, vai abrir mão do salário, e não vai usar carro oficial nem combustível pago com dinheiro público.

"[Quero] Encontrar uma nova ordem ética, com a mudança de cultura e costumes, com princípios e valores éticos. O empresário que contribuir de forma significativa com pagamento de impostos e geração de empregos e que geralmente é preparado, tem conhecimento e informação, tem sua gestão com planejamento de resultados e pode dar uma grande contribuição para diminuir essa desigualdade que o Brasil tem. Uma gestão eficiente, diminuindo a máquina pública, que é um grande problema, e com isso incentivar e atrair pessoas do bem a entrar na politica. O pais é grande, tem potencial de crescimento, temos turismo na nossa Bahia, todos os empresários que são bem sucedidos que já deram sua contribuição e tem essa missão de ajudar seu estado e sua cidade para melhorar a realidade", pontuou o pré-candidato.

Teobaldo Costa revelou ainda ao Bahia Notícias que já fez um estudo de viabilidade econômica e que seria possível gerir a cidade que é comandada por Moema Gramacho (PT), que deve tentar a reeleição.

"Eu conheço todos os indicadores sociais de Lauro de Freitas e todo potencial de gestão que tem. É uma cidade que tem um orçamento de cerca de R$ 600 milhões, é a sétima economia da Bahia, hoje tem 95 escolas municipais, mas só duas em tempo integral - comparando, Mata de São João tem um terço do orçamento de Lauro de Freitas, tem 34 escolas, das quais 32 são em tempo integral. As creches todas são em tempo integral. A saúde de Lauro de Freitas... as pessoas dormem na fila para fazer um exame, um médico, já em Mata de São João tem leito lá sobrando e as consultas estão disponíveis nas policlínicas. Deixa muito a desejar, precisa de uma mudança radical na forma de gerir", analisou ele.

O empresário comentou que já tem 20 anos em que todos os partidos entram em contato com ele para que se candidate, mas que nunca teve tempo, pois se dedicou sempre a sua atividade comercial.

"Eles sempre me procuraram, há quatro anos quase me candidato a [deputado] estadual ou federal, mas quando conversei com João Gualberto (PSDB), e estudei que nenhum deputado pode apresentar projeto que gere custo, ou ele faz oposição ou diz amém ao que é proposto, e vi que eu penso diferente. Meu filho não deixou que eu entrasse na politica, eu não aceitei na passada e deixei para a próxima (2020)", concluiu.

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