Glória Perez é defendida por Bolsonaro no Twitter após briga com José de Abreu

Glória Perez é defendida por Bolsonaro no Twitter após briga com José de Abreu

A roteirista Glória Perez foi defendida pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) no Twitter na noite deste domingo (7), após brigar e bloquear ator José de Abreu, que comparou o seu “espectro político” com o de Guilherme de Pádua, homem condenado pelo homicídio da sua filha, Daniella Perez.

“Toda solidariedade à escritora Gloria Perez, que simplesmente por suas convicções foi atacada da forma mais baixa e covarde possível por um medíocre, usando da dor irreparável de uma mãe que perdeu uma filha para atacar opiniões. Que Deus a abençoe!”, tuitou Bolsonaro.

Jair M. Bolsonaro
@jairbolsonaro
 
 

- Toda solidariedade à escritora Gloria Perez, que simplesmente por suas convicções foi atacada da forma mais baixa e covarde possível por um medíocre, usando da dor irreparável de uma mãe que perdeu uma filha para atacar opiniões. Que Deus a abençoe!

 
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O ator, que foi condenado recentemente à indenizar o Hospital Albert Einsten por acusar a instituição de apoiar o atentado contra o então candidato à presidência, Jair Bolsonaro, rebateu à manifestação de “solidariedade” do capitão.

Ele disse que teria “vergonha” de receber de Bolsonaro e não economizou nas críticas. O ator listou o presidente como “energúmeno fascista, apoiador de torturadores, misógino, racista, homofóbico e apoiador de miliciano”.

Toda a polêmica teve início no sábado (6), quando Zé de Abreu refletiu ao dizer que o Brasil estava “tão doido”, que Glória Perez e Guilherme de Pádua compartilhavam da mesma visão política.

A escritora rebateu, o chamou de “canalha” e afirmou que não iria usar uma “tragédia pessoal” para atingi-lo. “É block e mais nada”, resumiu ela. José de Abreu minimizou o seu tuíte e pediu desculpas à Glória, já que, segundo ele, não teve a intenção de magoar: “Apenas fiz uma constatação”.

Guilherme de Pádua foi condenado a 19 anos pelo homicídio de Daniella Perez em 1992, filha de Glória Perez. Com a ajuda da sua então esposa, o ex-ator, que contracenava com Daniella na novela, armaram uma emboscada e a mataram com 18 golpes de faca. Sete anos depois, em 1999, Guilherme deixou a prisão e desde então vive em liberdade. Em 2017 ele se tornou pastor e atualmente está casado.

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